Novembro 2017


Um dos temas que sempre gostei de ler sobre, era sobre a era feudal japonesa (inclusive se puderem, leiam algum dia, vale a pena) e esse anime que falaremos essa semana, apesar de se ambientar no período Edo, mistura elementos bem atuais (como o Hip Hop, por exemplo), falo do ótimo Samurai Champloo!

Origem, Mangá e Anime
Criado e produzido pela Manglobe, escrito e desenhado por Masaru Gotsubo, contou com um mangá de apenas 2 edições (poderão ver a edição completa abaixo) e foi feito no ano de 2004 e teve no anime seu maior destaque, até porque contou com ninguém menos que Shinichiro Watanabe na produção (o mesmo que produziu Cowboy Bebop).
Ele conta com apenas 26 episódios (sem OVAs infelizmente) e começou a ser feito ainda em 2004 e finalizado em meados de 2005. Acredito que até pela época (muito feliz para os fãs de anime, já que sempre aparecia coisa nova) ele chegou apenas um ano depois nas tvs daqui (algo não muito comum) e foi exibido nas seguinte emissoras:
Cartoon Network – Entre 2006 e 2007.
Play TV – Entre 2007 e 2008. 


História(e nada de spoiler)

Fuu
é uma garota que desde a morte da mãe, saiu pelo Japão em busca do “Samurai com cheiro de Girassóis”, no meio do caminho, ela cruza com dois samurais: Mugen e Jin, que haviam sido condenados à morte, os salva e convence-os através de uma aposta a acompanha-la nessa jornada.


 Champloo (significa “misturar” no dialeto de Okinawa)
Além de uma arte tremendamente bem feita, a história faz uma mistura tão perfeita do período Edo, com elementos atuais como Hip hop, Break, grafites, que ao assistir qualquer um poderia pensar que ao andar nas ruas na época, veriam pessoas dançando na rua, paredes grafitadas, etc.
Até mesmo eu, que não sou muito fã de Hip Hop, gostei muito da trilha sonora, pelo fato do encaixe perfeito e do complemento que ele faz na própria arte do anime (vocês poderão ver no link da abertura isso um pouco melhor).

Curiosidades
- Apesar do que é dito sobre o “cheiro de girassóis”, o aroma não é sentido por humanos.
- Para quem gosta de Hip Hop, os artistas que participaram da trilha sonora foram os japoneses Nujabes, Force of Nature, Minmi e Midicronica, além do americano Fat Jon.
- Périodo EDO (EDO era o antigo nome de Tóquio), é o outro nome dado ao Xogunato Tokugawa, que foi de 1603 até 1868 (e terminado na Restauração Meiji).
- Vale dizer também que nesse mesmo Período Edo que o Japão começou a se abrir para a cultura estrangeira (talvez o momento histórico que pegaram no mangá, não seja tão acaso assim não é?). Sim, Animendigos também é história.
Espero que tenham gostado de mais essa sugestão e semana que vem tem mais, até!

Até a próxima semana e divirtam-se!


Sobre o Autor
Luiz Fernando Mutschele
fã de esportes, games, mitologia, ler, escrever e claro... de animes!
Um dos órfãos da extinta Tv Manchete e acredita que Cavaleiros é o melhor anime da história(porque é mesmo u.u) Estarei aqui semanalmente para mostrar desde animes famosos, até aqueles que vocês pensarão: "puxa, preciso assistir". 


Chegueiiii, tô preparada pra indicar!!!!
E aí gente, tudo bom?
Hoje vim falar sobre mais um dorama incrível! Mas, dessa vez, não é coreano...
COMO ASSIM, BERG ????
Isso mesmo pode entrar, Love O2O!


O drama chinês conquistou meu coração por vários aspectos, mas primeiro, vamos para a história:
Love O2O (em chinês: 微微一笑很倾城;) foi lançado em 2016 e foi um sucesso total! A história gira em torno de Bei Wei Wei, uma estudante de T.I e considerada uma das deusas do campus. Ela sonha em ser uma engenheira/designer de games. Aliás, seu amor por games é tanto que a garota é uma das top jogadoras do famoso jogo Dreaming of Jianghu.



Porém, após levar um belo fora de seu marido no jogo, ela precisava casar com alguém para completar uma missão. Com o nickname de Luwei Weiwei (muito temido, aliás), fez amizade com o jogador Zhenshui Wuxiang, o melhor da China. Com isso, ele sugere que eles se casem para completar a missão juntos, e assim, constroem uma amizade.
É aí que aparece o nosso galã!


Zhenshui Wuxiang não é ninguém menos que Xiao Nai, o estudante número 1 e que arrasa corações por onde passa com sua beleza. Além de estar no quarto ano de T.I, ainda é membro do time de basquete e é dono da empresa Zhi Yi.
E, bom, como o destino é louco: os dois são da mesma faculdade!
Com isso, eles têm a chance de se conhecer pessoalmente, e a sementinha do amor floresce!


-Agora, vamos lá: por que você deveria assistir esse dorama?



O enredo é realmente cativante, pois foge do padrão. Uma das questões abordadas também é o preconceito que as mulheres sofrem na área de T.I: Wei Wei se depara com vários problemas do gênero, homens duvidando de sua capacidade como profissional ou achando que ela não é o suficiente. Mas, felizmente, um tapa na cara da sociedade!
-A química entre os dois é M A R A V I L H O S A


Fazia tempo que eu não via uma química tão boa entre dois personagens: esses aí estão de parabéns! Desde os olhares, o toque, os beijos (GENTE!!!!),  as vezes você nem acredita que é uma novela. De verdade, esses aí deram um show. A cada olhada que o Xiao Nai dava na Wei Wei era um grito interno meu diferente. Aprovadíssimo.
- Apesar dos episódios, a história prende.


Uma das coisas que eu mais achei legal é a maneira como tudo foi abordada de maneira calma: ninguém se conheceu em um dia e se casou no outro. O amor, a aproximação, o afeto... foi tudo acontecendo aos poucos! Apesar de ter trinta episódios, a história prende de verdade e foi muito bem dividida, você quer assistir um episódio atrás do outro.
Apesar de ser um drama chinês, vale muito a pena assistir. Você não pode perder né?! Corre que dá tempo!!! Um beijo e até a próxima!
Não se esqueça de acompanhar os Animendigos nas redes sociais para ficarem atentos as novidades!

Sobre a Autora

Dani Santos
Uma deusa, uma louca, uma feiticeira?! Muito que bem! A louca dos bichos, cuida do K-pop
por aqui e nas horas vagas estuda, vê dorama e ama escrever, ler e entrar em contato com culturas novas. Se meteu de cabeçanessemundo em 2012 e não pretende sair tão cedo. 

Salve seus mendigos loucos, hoje vamos falar de um dos rpgs mais originais já produzido, vamos falar de The World Ends With You, lançado para Nintendo DS em 2007, mas que teve um port para iOS em 2012 e depois para Android em 2014.
O jogo foi produzido pela Square Enix usando praticamente a mesma equipe de Kingdom hearts liderados pelo seu criador Tetsuya Nomura,que já trabalhou em.vários jogos da empresa como a franquia Final Fantasy, e também conta com o auxilio do estúdio Jupiter, que desenvolveu o Kingdom Hearts Chains of Memories.
Na época do seu lançamento em 2007, The World Ends With You recebeu avaliação positiva da crítica especializada sendo bastante inovador, sendo um sucesso de vendas no Japão e principalmente nos Estado Unidos, onde foi top em vendas.
Agora vamos falar um pouco sobre esse game tão diferenciado.

O game





The World Ends With You é um RPG de ação que se passa em uma cidade fictícia do distrito comercial de Tóquio, Shibuya. Como todo bom e velho RPG você terá que vasculhar a cidade em busca de informações para às vezes poder passar alguma parte do jogo, mas o grande diferencial aqui é que Shibuya é um símbolo da cultura jovem japonesa, se você ama animes ou o Japão, vai amar esse game também.
Então ao invés de equipar armaduras ou algo assim, você vai equipar roupas para fortalecer os personagens, e tem até um sistema de moda em que a ‘’marca do momento’’ se torna mais eficiente. As roupas que você coloca não muda a aparência do seu personagem, mas essa modernidade em cima de algo dos RPGs clássicos é legal mesmo assim.

O gráfico
O visual é um ponto forte do game mesmo para o Nintendo DS que tinha um hardware limitado, ele já apresentava um estilo artístico incrível, apesar dos sprites aparecerem meio granulados algumas vezes, algo que foi corrigido na versão para celulares que teve os sprites redesenhados e gráficos em HD, deixando tudo mais bonito.  
E claro, o design dos personagens são bem legais e todos eles são carismáticos, com estilos que variam entre punk, góticos, skatistas, etc, com uma arte que lembra um pouco Kingdom Hearts, afinal os traços são feitos pelo Nomura.
A trilha sonora
Outro ponto forte do game é trilha sonora composta por Takeharu Ishimoto que já trabalhou em jogos da Final Fantasy, Kingdon Hearts, entre outros , mas aqui o trabalho dele é menos tradicional, com músicas que vão de, rock, hip hop, musica pop e eletrônica, todas tocando em tempo real no jogo já que o personagem principal, Neku, usa fone de ouvido o tempo todo. Além disso, vc pode comprar CDs nas lojas de Shibuya para poder ouvir as músicas no menu do jogo


Jogabilidade e game play
A jogabilidade é talvez a coisa mais original do jogo, ele na época foi todo produzido pensando no DS, então usa bastante a tela de toque, seja nos menus ou para controlar o personagem. Eles adaptaram isso para os celulares depois, trocando a styles pelos dedos, o que pode estranhar no começo, mas acostuma fácil sem nenhum problema.
Aqui você luta usando Pins, que são uma espécie de broche estilizado que dão poderes aos personagens, como por exemplo, de fogo, eletricidade, telecinese, entre outros, e cada um deles tem um comando diferente na tela de toque. Parece complicado falando assim, mas na verdade é mais simples do que parece, e bem divertido também.
E mais, enquanto controla Neku na tela debaixo, você ainda pode controlar o parceiro de Neku na tela superior usando comandos direcionais no pad, mas se você acha isso maluco demais não se preocupe que uma inteligência artificial assume o comando se você não fizer nada por muito tempo.
O enredo
A história do jogo não é tão complexa igual tipo do Matrix kkk, mas empolga e tem suas surpresas. O protagonista é Neku Sakuraba, que acorda preso sem saber em um jogo dentro de uma dimensão alternativa de Shibuya, onde ele e outros jogadores precisam cumprir ordens dos chefes do jogo, os Reapers, se não quiserem ser apagados.

Então é isso galera, espero que tenham gostado, The World Ends With You é um puta RPG inovador e bastante divertido, tanto na versão de celular quanto na do DS.




Sobre o Editor
Renato Farias
E ae pessoal, sou o Renato 
roqueiro do mal hehe, vou postar 
bastante coisas sobre games antigos 
retros com meus comentários loucos, ehehehe. Fiquem ligados! Tamo junto galera

Pirataria, aaaa a doce e bela pirataria que sempre quebrou nosso galho em tempos difíceis.
Na verdade esse tempo ainda não passou pra mim, e é por isso que a pirataria sempre vai estar presente em nossas vidas. O Brasil é um país complicado em termos de compras, tudo vendido aqui sempre vai ser muuuuuuito, mais muuuuuito mais caro que o valor original do produto vendido em outros países. Chega a ser absurdo o valor que as lojas cobram por um jogo de play 4, mas o que se pode fazer se o governo mete a faca nos impostos. Sempre fui um grande fã de games, porém, até onde me lembro desde sempre só consegui entrar nesse mundo pelo caminho da pirataria, que também é o caso de muitos.
E a culpa não é nossa, eu não me sinto culpado, afinal de contas eu nunca tive dinheiro sobrando pra gastar horrores em jogos, DVDs de filmes, e em alguns casos até CDs de músicas que custam o olho da cara.

Anos atrás ainda existiam as locadoras, clássicas locadoras que pegávamos jogos e DVDs na sexta e devolvíamos só no domingo, mas com o tempo, e com a internet, é claro com a pirataria todas foram a falência. Exceto uma, vulgo nome "CINEMAO" uma locadora aqui perto de casa que em pleno 2017 ainda se mantém na ativa.
Não me pergunte como nem porque, mas ainda está aberta, talvez possa ser pelo fato de ficar em frente a alguns prédios, bem provável que se ficasse do outro lado da minha casa, eu atravessaria a rua tranquilamente para alugar também.

Mas o fato é, do mesmo jeito que a pirataria veio para o bem, ela também deixou alguns estragos, um deles é que impede as empresas de investirem no Brasil, pois aqui tudo que faz sucesso, a pirataria entra em cena e consegue fazer um produto idêntico por um valor muuuuito menor, veja como exemplo, as grandes marcas de roupas uma camiseta que no shopping custa uns 150,00 mangos, o mesmo produto pirata sai por apenas 30,00 reais e dependendo da réplica, ela ainda é idêntica!
Claro que também existem algumas lojas boas samaritanas que vendem muitos produtos num preço justo, é bem raro, mas vira e mexe se você for um pouquinho persistente vai conseguir achá-las.
Outra grande plataforma que também veio com tudo e nós brasileiros amamos, foi a Netflix que executa seus serviços com uma qualidade imensa, fora a grande quantidade de títulos disponíveis por um valor realmente muito acessível e justo. No fim das contas foi uma das poucas empresas visionária e corajosa que teve audácia de vir para o Brasil e investir de um jeito que caiu como uma luva para nós, vamos ver até quando toda essa belezura vai durar, e aguardar o governo botar pra ferrar com tudo e tacar impostos até a empresa não conseguir mais se manter e voltarmos a usar a boa e velha NET.
E falando nisso a internet foi o ápice da parada, o universo FREE, tudo ao seu alcance, é só colocar o nome do que você deseja e adicionar a palavra DOWNLOAD na frente, pronto é só baixar.
E nos dias de hoje com essas conexões de 15MB, 25MB e ate 50MB que seriam para empresas, mas acabaram se tornando parte de nossas casas, em menos de 10 minutos você consegue uma temporada inteira em FULL HD de uma série que foi lançada na mesma semana.
E pensar que na minha época a internet era discada, e só podíamos nos conectar após a meia noite, pra conta de telefone não vir estourando e meu pai acabar arrancando os cabelos, fora que para baixar qualquer coisa era um inferno, a velocidade era horrível, a clássica internet a lenha, isso quando não travava, a vontade era jogar a CPU pela janela.

No fim das contas, a pirataria veio para o bem e também para o mal, eu não posso dizer que seja algo bom, mas, também não é algo nada ruim para aqueles que não conseguem, ou podem comprar os produtos originais então enquanto tudo continuar o olho da cara... que a pirataria nos ajude!

Sobre o autor
Elvis matos
Elvis, odeia toda raça humana,
vive enchendo a cara fazendo
seus amigos passarem vergonha
em publico, nas horas vagas implica com o Rodrigo


Salve Galera!
Para quem gosta de ação, explosões e de uma história bem alternativa, este é seu lugar! Hoje vamos falar de um anime que acabou por fazer mais sucesso aqui do que no próprio Japão. Falamos de Bucky! (ou Jibaku-kun, no original japonês).





Origem e mídias.
A história original veio de um mangá escrito por Ami Shibata entre 1997 e 1999. Apesar de um período tão longo, ele teve apenas 6 edições!!! (devia ser tão bom pra quem acompanhava ter apenas duas edições por ano...).
Após a finalização, o anime foi produzido entre 1999 e 2000 e conta com um total de 26 episódios (uma pena que sejam tão poucos).


Ele aqui foi exibido em 3 emissoras:
Band – no saudoso Band Kids.
Rede 21 – em uma época que passavam muitos animes lá.
Tv diário  - quando passou aqui, não cheguei a acompanhar.


Um breve resumo (sem spoiler!)

Bucky foi escolhido para ser a Grande Criança de seu mundo, Primas, por Spark. Ele recebe seu espírito guardião (Jibak) e passa a ser encarregado de cuidar dos “monstros encrenqueiros” que aparecem em seu mundo. Como algo começa a mudar e tudo parece em total desequilíbrio (com um grande número de monstros aparecendo), ele parte em direção a torre pontiaguda (ou mundo 0), tendo de passar por todos outros 11 mundos (sim, igual um relógio, como podem ver na imagem abaixo).



Protagonista “diferente”.

Talvez a característica mais marcante, seja o protagonista folgado e um tanto egocêntrico. Ele chama os amigos de escravos, chama o espírito dele de “esquisito” e ainda diz pra todo mundo que a meta dele é dominar o mundo (talvez se desse muito bem com o Cérebro não?).
Alguém pode pensar “nossa, mas isso é legal?”
E a resposta é: SIM! Esse lado inusitado torna o anime ainda mais interessante.





Peculiaridades

Como vocês poderão ver, apesar de curto, o anime mostra uma quantidade considerável de coisas curiosas (que não direi aqui, afinal a graça é a surpresa), mas talvez nada seja mais bizarro que os espíritos que as Grandes Criançasutilizam.
São bolinhas rosa, com braços e pernas, que quando os esticam (os braços), normalmente explodem.
Fazem jus ao apelido de “esquisito” que o Bucky dá para o seu, mas são (pelo menos pra mim), as coisas mais divertidas do anime, já que eles não só interagem com seus protegidos, como cada um tem uma personalidade única.
Pra finalizar mais essa indicação, deixarei um grande momento dessas bolinhas rosas.



Como não gostar???


Até a próxima semana e divirtam-se!


Sobre o Autor


Luiz Fernando Mutschele
fã de esportes, games, mitologia, ler, escrever e claro... de animes!
Um dos órfãos da extinta Tv Manchete e acredita que Cavaleiros é o melhor anime da história(porque é mesmo u.u) Estarei aqui semanalmente para mostrar desde animes famosos, até aqueles que vocês pensarão: "puxa, preciso assistir". 

De alguns anos pra cá, o cinema tem ganhado um novo gênero, que muitos como eu sempre sonharam em ver.
O gênero de super herói, ver desenhos e personagens se tornarem 'reais' foi sempre algo que ficávamos imaginando, e pra sorte de muitos que pensavam como nós, o que não falta são filmes de super heróis, alguns bem conhecidos outros nem tanto. Que é o caso de Guardiões da Galáxia Não há a ser dito, realmente o filme Guardiões da Galáxia é um grande fenômeno com uma incrível trilha sonora épica, cenas completamente lindas e bem desenvolvidas. O filme é uma grande dose de animo para quem assiste. O diretor James Gun, sabe realmente como criar um filme de Super Herói, misturado com ação, humor e mantendo a essência de cada personagem, por mais que não sejam personagens conhecidos, James conseguiu dar uma grande visibilidade aos guardiões, e por falar em personagem desconhecido quem também caiu nas graças das pessoas foi o aloprado Deadpool, interpretado por Ryan Reynolds que conseguiu se redimir após fazer parte daquela 'obra prima da DC, Lanterna Verde, que apesar de ser um super herói com uma bela história, acabou sendo um total fracasso nas telas do cinema.



Ser o super herói mais zoeiro da face da terra, ter a língua mais afiada que a Dercy Gonçalves falando palavrão e ainda ter a quebra da quarta parede, foi a fórmula do sucesso para Deadpool. E pensar que tudo começou apenas com um vídeo supostamente [vazado] no Facebook. que muitos ainda diziam que se tratava de um trailer feito por fãs, viria a ter tanto sucesso.

Apesar do racha entre os direitos do personagem e da Disney comandar os Guardiões e a Fox dar conta do senhor da zoeira, a verdade é uma só são dois filmes com personagens realmente desconhecidos para o público em geral, apenas os fãs de quadrinhos os conheciam, foram dois filmes em que os diretores conseguiram o principal fazer com que os personagens se tornassem tão importantes quanto o Homem de Ferro que deu inicio a todo esse universo de super heróis no cinema, ou até mesmo quanto O Homem Aranha, que na minha humilde
e sagaz opinião foi o verdadeiro herói a alavancar essa onda de filmes que hoje não vivemos sem!

Sobre o autor
Elvis matos
Elvis, odeia toda raça humana,
vive enchendo a cara fazendo
seus amigos passarem vergonha
em publico, nas horas vagas implica com o Rodrigo.




Salve meus amigos mendigos! Hoje estou aqui pra falar do jogo do momento, Cuphead!
Sim, existe um hype enorme desse jogo que está no ápice, e não é à toa, os produtores principais do jogo, Jared Moldenhauer e seu irmão Chad Moldenhauer deixaram seus empregos e hipotecaram a casa pra montar
seu próprio estúdio, o Studio MDHR, e contratar mais pessoas para ajudar no desenvolvimento, e tanta determinação e paixão pelo projeto claro que se reflete no jogo em si.
Ele foi apresentado a primeira vez na E3 2014, e já chamou a atenção desde lá, principalmente da Microsoft que provavelmente bancou o game já que ela é distribuidora e ele é exclusivo de Xbox One e PC. O desenvolvimento durou anos até que finalmente no dia 29 de setembro desse ano o game foi lançado, e o impacto que ele causou na comun
idade gamer foi imediato!
Começando pelos visuais espetaculares inspirados nos desenhos clássicos dos anos 30, é o mais próximo que você vai sentir de jogar um desenho real de tão caprichado que é cada quadro de animação, tudo desenhado a mão, o que com certeza deu um puta trabalho, mas que no fim valeu muito a pena. A inspiração é tão forte que até os personagens principais, Cupehad e seu irmão Mugman parecem o Mickey, principalmente as roupas, eles são basicamente o Mickey com um copo no lugar da cabeça kkk.
Agora sobre o gameplay que gerou polemica pela sua dificuldade, o jogo se inspirou muito em jogos hardcore do passado como o lendário Contra da Konami e Guns Star do Mega Drive, só quem jogou esses jogos na época e quase destruiu os controles dando murro sabe kkkk
Mas, apesar disso ele tem todo o seu charme único, e suas próprias características também, como é quase que totalmente focado em chefes, e não em fases, que apesar de serem bem legais e desafiadoras parece mais como um bônus para os chefes que são o desafio principal. E que desafio! Como o game foi criado em cima dessas batalhas, cada chefe é extremamente caprichado e único tanto visualmente como na jogabilidade. A premissa aqui é a boa e velha tática de decorar os movimentos dos chefes (morrendo muito até conseguir) e aprender como funciona a batalha para poder vencer, mas para não ficar muito monótono cada chefe tem mais de uma fase, que dá uma variação legal no jogo além de poder mostrar toda a criatividade dos caras com transformações malucas, como dois 

sapos pugilistas se fundirem e virarem uma máquina de roleta. Bizarro, mas criativo!
Ah, e apesar do visual ‘’infantil’’, a história é meio sinistra, porque o vilão aqui é nada mais nada menos que o diabo! Cuphead e seu irmão Mugman vão para o cassino do capeta, e empolgados por estarem ganhando tudo apostam a alma deles com o próprio capiroto. É claro que eles perdem, e para não terem suas cabeças de xícaras 

arrancadas eles precisam viajar pelo mundo pra fazer cobrança pelo diabo, pegando as almas da galera que deve para ele. Parece bizarro, mas esse tipo de enredo era bem comum lá nos anos 30.
E é claro, a trilha sonora também segue esse clima vintage, toda composta por sinfonias de jazz bem características daquela época, e até tem uma trilha de samba aqui!

Resumindo, Cuphead é uma obra de arte, cheio de referências tanto para desenhos clássicos dos anos 30 quanto para jogos clássicos run ‘n gun dos 16 bits, com uma dificuldade bem desafiante que pode pegar alguns de calça arriada, mas também é a chance pra galera experimentar um jogo moderno com cara de clássico.

Então se você possui um Xone ou um PC, o que está esperando pra jogar essa maravilha hein?


Sobre o Editor
Renato Farias
E ae pessoal, sou o Renato 
roqueiro do mal hehe, vou postar 
bastante coisas sobre games antigos 
retros com meus comentários loucos, ehehehe. Fiquem ligados! Tamo junto galera!

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